terça-feira, 5 de junho de 2018

Encerro o dia de hoje, com as seguintes palavras, das quais não pertence a poesias alheias, a minha própria poesia me basta, nos basta, digo docemente à dama da cadeira ao lado, ao marinheiro bêbado deslizante de fronte ao bar, que somente quem vive sabe e sente profundamente a dor da sobrevivência, somente quem ama reconhece o ser amado, somente a luz sabe o que há na escuridão, eu por outro lado peço emprestado as palavras de quem nada sabe assim como eu, segue errante pela vida tentando acertar. amenizando o errado, me parabenizo infinitamente simplesmente por sentir o violentar do ar em meus pulmões, meu primeiro suspiro ainda com a pele suja, sigo com a minha metamorfose rumo a certeza dos homens... lUNA rIBAKOVAS..

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